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sábado, 19 de dezembro de 2009

China desenvolve remédio à base de ervas contra gripe A

Medicamento, que melhora sistema respiratório do doente, mostrou eficiência de 95% nos testes

PEQUIM - Um grupo de médicos chineses anunciou o desenvolvimento de um remédio à base de ervas medicinais para tratamento da gripe A, informou nesta sexta-feira, 18, a imprensa local. Segundo o presidente do Hospital Chaoyang de Pequim, Wang Chen, o fármaco "pode encurtar o período de febre do doente e melhorar seu sistema respiratório".

Após sete meses de pesquisas e testes foi comprovado que o remédio tem ação efetiva para o tratamento de pacientes com gripe A. A imprensa assegura que o remédio, denominado "Jin Hua Qing Gan Fang", mostrou efeitos positivos em mais de 95% dos pacientes que o testaram.

"Se trata de uma boa notícia para os pacientes na China e na África, onde os custos médicos são um grande problema, já que este remédio é muito barato, e custa um quarto do Tamiflu", assinalou o investigador Yang Jibin.

O Tamiflu, produto desenvolvido pela farmacêutica suíça Roche Holding, é o remédio recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para tratar a gripe A.

"Apesar de que a ciência moderna não conseguir explicar plenamente os mecanismos das ervas medicinais, também não pode ignorar o efeito quase imediato desta fórmula" disse Yang.

Nos últimos sete meses, participaram do desenvolvimento do fármaco mais de 120 especialistas, e Pequim destinou 10 milhões de yuans (US$ 1,47 milhões) às pesquisas.

O país asiático enfrenta nos últimos dias um controle mais forte da gripe A devido à proximidade do Ano Novo Chinês e das férias do Festival da Primavera, quando a maioria dos chineses viaja para visitar seus familiares. Por enquanto, mais de 36,7 milhões de pessoas na China foram vacinadas contra a gripe A, enquanto outras 74,5 milhões de doses de vacinas foram aprovadas para seu uso.

O Ministério da Saúde chinês informou nesta última quinta-feira que 116 pessoas morreram pela gripe A na semana de 7 a 13 dezembro.

Fonte: http://www.estadao.com.br

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Terceiros podem comprar remédio para idosos em ’farmácia popular‘

Quem tem mais de 60 anos está autorizado a passar uma procuração registrada em cartório para que outra pessoa consiga comprar em seu lugar remédios nos estabelecimentos com o selo "Aqui Tem Farmácia Popular".
Essa flexibilização já era permitida pelo governo nos casos de crianças e adolescentes menores de 16 anos e de pessoas com deficiência mental, que podem obter os medicamentos por terceiros.
Nos estabelecimentos com o selo, é possível adquirir medicamentos que tratam diabetes e hipertensão com subsídios de até 90% do valor de referência estabelecido pelo governo federal. Segundo o Ministério da Saúde, 8.428 farmácias particulares integram o programa.
Para comprar em nome do idoso, o procurador deverá levar à farmácia a procuração reconhecida em cartório, a receita médica (recebida em atendimento público ou privado), além de documento de identificação e CPF próprios e do titular da prescrição.
A receita médica é recebida por até quatro meses contados a partir de sua data de emissão. (Da Folha OnLine)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A Melhor do Bairro

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Tomografia aumenta riscos de desenvolver câncer

15 de dezembro de 2009

Um estudo americano divulgado na publicação Archives of Internal Medicine chamou a atenção para um tema bastante discutido no setor médico e ainda carregado de muitas controvérsias: a tomografia computadorizada pode aumentar os riscos de se desenvolver câncer? Segundo a recente pesquisa, sim.

Os cientistas afirmaram que, em alguns tipos de pacientes e alguns tipos de tomografia, até 1 em 80 cada pacientes pode ter câncer por ser exposto ao exame. Esse índice é consideravelmente maior do que a difundida estatística de geral 1 para 1000.

Se as conclusões dos pesquisadores estiverem corretas, milhares de casos de câncer podem estar diretamente relacionados aos procedimentos que envolvem a utilização de emissões eletromagnéticas no diagnóstico de doenças.

A tomografia computadorizada é mais popular nos Estados Unidos do que na Europa e é indicada em casos nos quais os médicos necessitam da tecnologia para "reconstruir" tridimensionalmente órgãos internos, vasos, ossos e tumores.

O uso indiscriminado de aparelhos de raio X, em especial a tomografia, já é considerado pela comunidade médica um agravante para quem tem qualquer predisposição de desenvolver a doença. Entretanto, o novo estudo mostra que os riscos são maiores do que os tomados anteriormente como referência.

"Em nosso estudo, percebemos que os riscos de certos pacientes desenvolverem câncer, se expostos a certos tipos de 'escaneamento', são maiores do que os já divulgados. Isso significa que 1 em 80 pessoas nessas condições ficam doentes por conta do procedimento tecnológico", afirmou a pesquisadora Rebecca Smith-Bindman, da Universidade da California.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/tomografia-aumenta-riscos-desenvolver-cancer-520179.shtml

A corrida pelo Viagra genérico

Poucos medicamentos tornaram-se tão populares quanto o Viagra. Mais de 40 milhões de homens em 120 países consumiram quase 100 milhões de pílulas azuladas desde o lançamento do remédio em 1998. Símbolo de uma revolução sexual em escala global, ele agora ressurge como protagonista de uma reviravolta no mercado farmacêutico brasileiro.

A patente do Viagra é uma das 26 que vencem entre 2010 e 2013 e vão injetar na indústria mais de R$ 700 milhões em receitas com uma nova geração de medicamentos genéricos.

O Viagra representa para o mercado de medicamentos o mesmo que um filme de ação para Hollywood. Por sua capacidade de arrecadar quantias milionárias, é chamando pelos executivos do setor farmacêutico de remédio blockbuster – em português, remédio arrasa-quarteirão.

No Brasil, o Viagra sozinho movimenta R$ 170 milhões por ano, pouco mais de um terço do total das vendas de medicamento contra a impotência, avaliadas em R$ 500 milhões.

Por lei, a versão genérica de qualquer medicamento deve custar no mínimo 35% a menos que o medicamento original. Na prática, porém, o desconto pode chegar a 60%, multiplicando as vendas de uma forma nunca vista enquanto o medicamento tinha marca. “Quando as versões genéricas do Viagra chegarem ao mercado, o preço vai cair e consumo, aumentar”, diz Ogari de Castro Pacheco, presidente e co-fundador do Cristália, laboratório fabricante do Helleva, um dos concorrentes do Viagra.

Uma demonstração do que pode ocorrer com o Viagra vem de uma dupla de remédios para emagrecer, o Reductil, da americana Abbott, e o Plenty, licenciado para a Medley. Os dois entraram no mercado brasileiro no fim dos anos 1990 com um preço proibitivo para boa parte dos consumidores. Uma caixa chegou a custar quase R$ 200 reais. Em 2006, pouco antes de a patente expirar, a Medley lançou a versão genérica com um preço que variava de R$ 70 a R$ 90. A partir daí, as vendas multiplicaram por seis.

Briga na Justiça

A indústria farmacêutica que cria um novo tipo de remédio tem direito exclusivo sobre sua fórmula por 20 anos, a contar da data em que fez o registro da primeira patente. A Pfizer lançou o Viagra em 1998, mas o registro foi feito quase uma década antes. Para o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), instituição responsável pelo registro de patentes no Brasil, a exclusividade da Pfizer sobre o Viagra caduca em junho de 2010.

A Pfizer, no entanto, alega que a data do registro é outra e entrou na Justiça para alterar o prazo. “A data estipulada no Brasil para o vencimento difere da contagem que a Pfizer entende como correta”, diz Adilson Montaneira, diretor da Pfizer. “Entramos com uma ação judicial para corrigir a data de 2010 para 2011." A Pfizer já tem uma decisão judicial favorável em primeira instância, mas o INPI recorreu e o desfecho ainda é uma incógnita.

Linha de chegada

A data final da patente do Viagra, no entanto, tornou-se um detalhe para a indústria de genéricos no Brasil. Há mais de dois anos, a maioria dos fabricantes do país prepara-se para lançar versões com o princípio ativo do Viagra, o citrato de sildenafila. Para não correr o risco de perder uma oportunidade única, os laboratórios miram na data defendida pelo INPI, junho de 2010.

“Estamos numa corrida contra o tempo”, diz Maria Del Pilar Muñoz, diretora de novos negócios do laboratório brasileiro Eurofarma. “O genérico do Viagra é um dos mais importantes medicamentos de uma nova leva que vai chegar ao mercado nos próximos anos e todos trabalhamos para ter o produto pronto no dia seguinte que a patente vencer, não importa se em 2010 ou 2011.”

A pressa tem razões comerciais. No mercado de genéricos, historicamente, dispara nas vendas quem chega primeiro ao balcão. É assim porque as redes de farmácia costumam escolher duas ou três versões de um medicamento genérico, e os clientes adotam as primeiras que chegarem às prateleiras. Retardatários correm o risco de cair no esquecimento.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Anvisa entrega à PF remédio vendido ilegalmente pela internet

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que remeteu nesta segunda-feira (14) para a Polícia Federal o remédio abortivo Cytotec, cuja venda ilegal foi mostrada pelo G1 em reportagem publicada em novembro.


Desde 1998, a venda do Cytotec no Brasil só é permitida para hospitais. A reportagem do G1 localizou o produto por meio do Orkut e fez contato com a vendedora pelo MSN. O material foi entregue à Anvisa.

O Cytotec é um dos nomes comerciais do misoprostol, uma substância abortiva. Nos hospitais, serve para induzir o parto em mulheres com dificuldades para ter dilatação e para expulsar fetos presos no útero após abortos naturais.

O chefe de inteligência da Anvisa, Adilson Batista Bezerra, disse ao G1 que analisou os materiais entregues pela reportagem. Em uma análise preliminar disse se tratar do Cytotec italiano.


"Vamos analisar para saber se foi contrabandeado da Itália ou se é o Cytotec que traz a marca do italiano, mas é fabricado no Paraguai falso." Segundo Bezerra, a Anvisa já apreendeu em outras ocasiões Cytotec italiano falsificado, mas que tinha o misoprostol como princípio ativo.

O documento que remeteu o caso para investigação da PF foi assinado nesta segunda, disse o chefe de inteligência. "Mandamos para Polícia Federal para abertura de inquérito e vamos monitorar os sites para tentar localizar essas pessoas", disse Bezerra, que é um delegado da PF cedido à Anvisa.

Para comprar o remédio, a reportagem manteve contato por dois dias com uma pessoa que dizia vender o medicamento. O valor era de R$ 370 por quatro comprimidos de Cytotec e um de mifepristone, outro abortivo. Na quarta-feira, dia 18, o depósito foi realizado. No sábado, dia 21, o medicamento foi entregue pelo correio.

Em uma caixa plástica de CD vieram quatro comprimidos de Cytotec e um quinto que não pôde ser identificado – a palavra na embalagem recortada termina em "ida".

De acordo com Bezerra, em análise preliminar, os técnicos da Anvisa informaram que pode se tratar de hidroclorodiazida, medicamento para pressão. "O Cytotec retém líquido e esse medicamento é diurético, retira líquido do corpo."

Segundo o chefe de inteligência, somente a perícia da PF é que comprovará a origem dos remédios.

Atualmente, uma única empresa brasileira detém autorização do governo federal para fabricar e comercializar o misoprostol no país. Segundo médicos, o uso do misoprostol sem supervisão médica pode levar à morte de quem consome, uma vez que pode provocar forte hemorragia.

Fonte: http://g1.globo.com

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Barraco na indústria de remédios

Laboratórios farmacêuticos e distribuidoras de medicamentos com operações no Rio estão em pé de guerra com o governo fluminense. Foram surpreendidos, na última terça-feira, com a publicação do Diário Oficial de um decreto do governador Sérgio Cabral que suspende seus benefícios tributários. A redução de 19% para 12% na alíquota do ICMS incidente na venda de produtos a atacadistas, centros de distribuição e varejistas, em 2004, teria contido a debandada do segmento para São Paulo e justificado novos investimentos no setor. Sem o incentivo, executivos da indústria farmacêutica já falam veladamente em rever a estratégia. "A medida é um retrocesso. O Rio vinha sofrendo um processo de esvaziamento na área farmacêutica e o decreto anterior foi um alento", diz Carlos Fernando Gross, vice-presidente do Sistema Firjan e presidente do Sinfar, sindicato da indústria farmacêutica no Rio. Gross se refere ao Decreto 36.450/2004, assinado pela então governadora Rosinha Garotinho. Esse texto foi alterado esta semana pelo Decreto 42.167/2009, publicado dia 8 deste mês. Gross pretende pedir, na segunda-feira, audiência com o secretário estadual de Fazenda, Joaquim Levy, para tratar do tema. Ontem, nem Levy nem Julio Bueno, secretário de Desenvolvimento Econômico, quiseram comentar a mudança de regras. Na origem, conta o diretor de um laboratório, o estado negociava a implantação da substituição tributária no segmento. Pela medida, a indústria passaria a recolher o ICMS de toda a cadeia, facilitando a arrecadação. "Ninguém sabe é como o fim do benefício foi para no decreto", diz.

Fonte: Jornal o Globo - Sábado, 12 de dezembro de 2009.