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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Remédios proibidos e tarja preta são vendidos sem receita pela internet

Conforme a RDC 44 de 17 de agosto de 2009 expedido pela ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária), artigo 52 parágrafo segundo: “É vedada a comercialização de medicamentos sujeitos a controle especial solicitados por meio remoto.”

Portanto para adquirir o produto, visite nossa loja em Copacabana, Barra ou Leme.
 
Para maiores informações, entre em contato (21) 3223-9040.



Medicamento comum se mostra eficaz contra tumor no cérebro

Dicloroacetato fez câncer cerebral estacionar em pacientes


Uma droga comum utilizada para tratar a acidose láctica em crianças, o dicloroacetato (DCA), se revelou eficaz contra uma forma de câncer de cérebro, revela um estudo publicado nesta quinta-feira (13).

O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade Edmonton de Alberta, no Canadá, e que analisou apenas cinco pacientes, mostra que os tumores reagiram ao dicloroacetato mudando seu metabolismo.


O tratamento funcionou nos tecidos dos tumores dos cinco pacientes em fase terminal de câncer cerebral, confirmando experimentos já realizados em 2007. Em quatro de cinco pacientes foi observado que o câncer estacionou nos 15 meses de tratamento. Em testes posteriores, células retiradas destes pacientes revelaram que o DCA matou as células cancerosas.

- Podemos concluir que o DCA não representa um perigo e pode ser eficaz clinicamente em alguns pacientes - destaca um dos autores do estudo, o Dr. Evangelos Michelakis, da Universidade Edmonton de Alberta, citado pela CBS News.

- Devido à pequena escala deste estudo, não podemos realizar mais especulações", mas os primeiros resultados são suficientes para gerar entusiasmo, inspiração e impulso para novas experiências, em grande escala - disse Michelakis.

O estudo está disponível no site Science Translation Medicine (http://stm.sciencemag.org).



Fonte: R7

Ministério Público investiga falta de carros usados no combate à dengue em São Paulo

Secretario municipal de Saúde diz que não há prejuízo no combate à doença


O estado de São Paulo registrou o maior número de mortes por dengue em todo o país no primeiro trimestre de 2010, com 38 vítimas confirmadas. Nesse mesmo período, funcionários da Secretaria Municipal de Saúde contaram com menos carros para fazer o combate à doença.
A empresa que prestava serviços de transporte à secretara municipal teve vários contratos de emergência realizados entre junho de 2007 e março de 2009. Esses tipos de contratos são feitos sem licitação, e o valor deles chegou a R$ 46 milhões. O que justificaria dispensar a concorrência entre empresas seria uma epidemia ou um estado de calamidade pública, o que não ocorreu.

Por isso, o tribunal de contas do município mandou a secretaria interromper as contratações e fazer uma licitação. Mas a empresa que venceu a licitação em julho de 2007 ainda não foi contratada. O caso chegou ao Ministério Público.

Apesar disso, o secretário Municipal de Saúde, Januário Montone, explicou que não houve prejuízo no combate à dengue na capital e que a situação da dengue na cidade não é preocupante.


Fonte: R7

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Manual sobre o câncer será distribuído em São Paulo

Com tiragem de 5 mil, o objetivo é abordar o tratamento de grande parte dos tumores


O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Octavio Frias de Oliveira) lança este mês o primeiro Manual de Condutas em Oncologia, exclusivo para médicos do atendimento do SUS (Sistema Único de Saúde) paulista. A tiragem inicial será de cinco mil exemplares, distribuídos em todas unidades de oncologia do Estado que realizam atendimento na área.
A publicação, no formato de livro de bolso, tem o objetivo de abordar o tratamento oncológico e o acompanhamento de grande parte dos tumores tratados no instituto, visando a melhorar o atendimento aos pacientes, além de ajudar no cotidiano dos médicos. Nesta primeira etapa ainda não foram incluídos os protocolos cirúrgicos e radioterápicos, que serão inseridos na próxima edição.

Segundo o órgão, essas condutas podem ser aplicadas em toda a rede do SUS do Estado de São Paulo, além de garantir mais eficácia do tratamento, permitindo um controle de qualidade mais efetivo por parte dos médicos e propiciando um acompanhamento dos resultados de diferentes regimes terapêuticos.


Fonte: R7

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Açaí mal lavado pode transmitir doença de Chagas

Pasteurização consegue eliminar o protozoário, mas método não é obrigatório no Brasil


O protozoário causador da doença de Chagas sobrevive na polpa do açaí mal higienizado, mesmo que o produto seja congelado a -20°C. Somente a correta pasteurização - tratamento térmico que envolve aquecimento e rápido resfriamento - consegue eliminar o microrganismo. Esse é o resultado de uma pesquisa inédita liderada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A doença de chagas (tripanossomíase americana) é uma infecção causada pelo protozoário trypanosoma cruzi e transmitida pela picada do inseto barbeiro (Triatominae). Os sintomas são febre, falta de apetite e inchaço ocular. Quando a doença torna-se crônica, pode destruir a musculatura dos órgãos afetados deixando-os inchados e maiores. O diagnóstico é feito através do exame de sangue. O tratamento com medicamentos é mais eficaz na fase inicial. Na fase aguda tem a função de evitar maiores complicações dos sintomas.

A pasteurização, no entanto, não é obrigatória no Brasil. Higienizar corretamente os frutos ainda é o método mais importante de prevenção, destacam os autores do trabalho, realizado via convênio com o Ministério da Saúde. Surtos de transmissão da doença aguda transmitida por meio de alimentos, acentuados a partir da metade da década passada no Norte do País, incentivaram a realização da pesquisa.

O açaí industrializado, consumido nas grandes cidades, passa em teoria pelos processos, dizem os cientistas, e deve ser registrado no Ministério da Agricultura. A pasta informou que, apesar de a legislação nacional ainda não exigir a pasteurização, visitas de fiscais às fábricas têm demonstrado que a maioria das empresas possui máquinas para realizá-la, em razão de exigência do mercado externo.

Por causa disso, o ministério informou que "avalia a possibilidade de desenvolver estudos sobre metodologias de pasteurização" para a polpa de açaí.
Em nota, a pasta destacou que o congelamento não é medida preventiva e que o resultado do estudo é preliminar. Disse também aguardar resultados sobre testes com temperaturas mais baixas. Por fim, destacou que todos os casos de doença de Chagas por transmissão oral já registrados tiveram origem no consumo do alimento preparado artesanalmente e que até o momento não houve associação com polpas de açaí industrializado. A reportagem não conseguiu localizar representantes dos produtores de açaí.


Fonte: R7

Brasil e Índia vão à OMC contra apreensão de genéricos

O caso começou em 2008, quando a Holanda apreendeu medicamentos contra hipertensão


Brasil e Índia recorreram à OMC (Organização Mundial do Comércio) nesta quarta-feira (12) contra a União Europeia ( UE) e a Holanda por causa da apreensão de cargas de medicamentos genéricos.
O pedido de consultas, primeiro passo de um processo formal na OMC, contrapõe os direitos de propriedade intelectual dos laboratórios para permitir o acesso das populações de países pobres a medicamentos.

A UE alega que apenas estava se precavendo da existência de medicamentos falsificados, sem a intenção de impedir a produção ou comercialização de medicamentos genéricos. O bloco europeu esperava obter uma solução negociada para a disputa.

O caso começou com a apreensão pela alfândega holandesa, em dezembro de 2008, de uma carga de medicamentos contra a hipertensão, que passava pelo país no seu caminho da Índia para o Brasil.

A Reuters teve acesso a uma carta em que o embaixador indiano na OMC, Ujal Singh Bhatia, dizia à missão da UE na entidade que a alfândega holandesa apreendeu pelo menos 19 cargas de genéricos em 2008 e 2009, sendo que 16 tinham origem na própria Holanda.

- A Índia considera ainda que as medidas em questão também têm um sério impacto adverso sobre a capacidade dos países em desenvolvimento e menos desenvolvidos da OMC protegerem a saúde pública e fornecerem acesso universal a medicamentos.

UE e Índia pretendem definir um acordo de livre comércio neste ano, e os europeus também retomaram as negociações sobre um acordo comercial com o Mercosul, integrado pelo Brasil.


Fonte: R7

terça-feira, 11 de maio de 2010

Casos de dengue em São Paulo aumenta mais de 2000% no primeiro trimestre

Estado é o que apresenta maior crescimento em relação a 2009; no Brasil, aumento é de 80%


Os casos de dengue no Estado de São Paulo cresceram 2.255% nos três primeiros meses de 2010, em comparação com o mesmo período de 2009. Os dados são do informe epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde ( SVS), ligada ao Ministério da Saúde.

De janeiro a 1º de abril deste ano, 63.148 casos foram notificados no Estado, contra 2.681 registrados em 2009. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, os casos em 2010 são ainda maiores: 69.148. Em todo o ano passado foram 8.996 registros.

A Secretaria Estadual de Saúde afirmou, por meio de sua assessoria, que não costuma comparar dados de anos em que não ocorreu surto de dengue, como 2009 e 2008, com anos de surtos, como 2010. O último ano de grande surto no Estado foi 2007, quando se registraram 92.345 casos ao longo do ano.

Apesar de ser o Estado com a maior variação, São Paulo está atrás de Minas Gerais e Goiás em números absolutos, segundo a SVS. Ambos registraram 98.261 e 66.074 respectivamente, com crescimento em relação a 2009 de 141% para o primeiro e 328% para o segundo.

Além de São Paulo, os Estados com o maior aumento de casos de dengue são Rio Grande do Sul, com 1.955% de variação, Distrito Federal, com 1.120%, e Mato Grosso do Sul, com 820%.

Cresce em 80% os casos no Brasil

Segundo a SVS, aumentou em 80% o número de casos de dengue notificados em todo país. Passou de 248.970 nos três primeiros meses de 2009 para 447.769 este ano.

Os Estados com maior incidência da dengue são Acre, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Goiás, Mato Groso e Minas Gerais, que concentram 67% dos casos notificados até 1º de abril de 2010. A incidência mede o número de casos a cada 100 mil habitantes.

Além disso, 28% dos casos notificados se concentram em seis municípios: Goiânia (GO), Campo Grande (MS), Belo Horizonte (MG), Rio Branco (AC), Ribeirão Preto (SP) e Porto Velho (RO).

Dentre esses municípios, Belo Horizonte e Ribeirão Preto são os únicos que apresentam uma tendência de aumento no número de casos. Os demais já apresentam indícios de queda.




Fonte: R7

Pesquisa da Nasa demonstra que ômega-3 ajuda a reduzir perda óssea

Objetivo do estudo é encontrar formas de evitar problema entre astronautas. Mas descobertas poderão abrir novo campo de tratamento da osteoporose.


Estudos patrocinados pela NASA, a agência espacial americana, descobriram que ácidos graxos ômega-3 (forma de gordura presente em algumas espécies de peixe) ajudam a mitigar a fragilização dos ossos que ocorre tanto em quem sofre de ômega-3 quanto em astronautas durante voos espaciais prolongados.
Durante décadas, cientistas haviam tentado identificar um meio eficaz para interromper a perda de densidade óssea que acomete os astronautas, um dos principais efeitos da exposição à falta de gravidade no espaço. A solução, anunciada pela Nasa nesta segunda-feira (10), é detalhada na edição de maio do “Journal of Bone and Mineral Research”.
Sem gravidade, há falhas na fixação de cálcio, por falta de estímulo dos osteosblastos (as células formadoras dos ossos). O cálcio vai para o sangue, é filtrado pelo rim, e uma parcela pode até formar cálculos renais.
O trabalho analisou amostras de sangue de tripulantes de ônibus espaciais e da estação espacial internacional (ISS). Mesmo ao avaliar astronautas retornando de missões de curta duração, os cientistas descobriram uma alta nas células sanguíneas da ativação de um fator, o NFκB (de “nuclear factor kappa B”). O NFκB, envolvido na regulação do sistema imune, em processos inflamatórios e na perda óssea e muscular, continuava elevado por duas semanas. Com isso, os pesquisadores flagraram uma evidência de desacelerar o NFκB funcionaria como contrapeso à perda óssea.


Fonte: G1

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Produção de remédio genérico contra Aids não atende à demanda

Carência persiste três anos após Brasil ter decretado a quebra da patente.
Anvisa diz que droga produzida pelo Lafepe não passou por todos os testes.



A fabricação no Brasil de genéricos do remédio contra a Aids efavirenz ainda não atende toda a demanda nacional, quase dois anos depois de o País ter "aprendido" a fazer a droga e três anos após ter decretado a quebra da patente. Cerca de 40% dos pacientes ainda recebem genéricos importados e os demais, do laboratório federal Farmanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
As informações são da repórter Fabiane Leite, do jornal "O Estado de S.Paulo".

Um dos laboratórios nacionais que, segundo os planos do governo, deveria também responder pela produção, o Lafepe, ligado ao governo de Pernambuco, afirmou estar pronto para atender à demanda, mas disse aguardar ainda autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para o registro de sua versão genérica.
"Poderíamos fazer 100% do efavirenz, mas estamos à mercê da Anvisa. Estranhamos essa demora. Isso causa um transtorno, pois temos toda a matéria-prima paralisada", afirmou o diretor do Lafepe, Luciano Vasquez Mendez, que também é o presidente da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais.
O laboratório tinha expectativa de receber em um mês a resposta ao pedido de registro, feito em setembro do ano passado.

O efavirenz foi a primeira droga licenciada compulsoriamente pelo Brasil, medida que teve ampla aprovação de ONGs que auxiliam pessoas que vivem com o HIV no País e repercussão internacional.
Foi uma resposta do governo ao crescente custo da compra da droga patenteada pela Merck, que ameaçava seu abastecimento.
A agência afirmou que o genérico do efavirenz feito pelo Lafepe não passou por todos os testes."É um prejuízo, sim, à saúde pública do Brasil, mas a Anvisa não pode se furtar ao direito da população de ter acesso só a produtos que atendam aos requisitos de qualidade, eficácia e segurança", afirmou Pedro Ivo Ramalho, diretor adjunto da Anvisa.


"Poderíamos fazer 100% do efavirenz, mas estamos à mercê da Anvisa. Estranhamos essa demora. Isso causa um transtorno, pois temos toda a matéria-prima paralisada" Luciano Vasquez Mendez, diretor do laboratório público Lafepe

"É um prejuízo, sim, à saúde pública do Brasil, mas a Anvisa não pode se furtar ao direito da população de ter acesso só a produtos que atendam aos requisitos de qualidade, eficácia e segurança" Pedro Ivo Ramalho, diretor adjunto da Anvisa


Fonte: G1

Planos de saúde vão ter de aceitar parceiros do mesmo sexo como dependentes

Caberá às operadoras a definição da forma de comprovação


A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), responsável por regulamentar os planos de saúde, publicou uma súmula normativa que aceita como dependentes parceiros do mesmo sexo. A norma foi publicada na quarta-feira (5), no Diário Oficial. A decisão leva em consideração normas já existentes no Código Civil Brasileiro e no artigo quarto da Constituição Federal, que afirma “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

- Para fins de aplicação à legislação de saúde suplementar, entende-se por companheiro de beneficiário titular de plano privado de assistência à saúde pessoa do sexo oposto ou do mesmo sexo.

De acordo com a ANS, caberá às operadoras de planos de saúde a definição da forma de comprovação a ser apresentada pelos interessados. A regra já se aplicava a parceiros de sexo oposto.
Primeiros passos

O reconhecimento do direito dos casais homossexual já vinha sendo feito pela Justiça brasileira. Em setembro de 2007, a 6ª turma do Tribunal Regional da 1ª Região decidiu por unanimidade que a Geap (Fundação de Seguridade Social) deveria garantir a inclusão de companheiros homossexuais como beneficiário titular em plano de saúde.

Dois anos depois foi a vez do STF (Supremo Tribunal Federal) garantir os mesmos direitos aos seus funcionários que vivem relações homossexuais estáveis. Na época, ficou acertado que a união poderia ser comprovada ao STF Med, plano de saúde dos trabalhadores do órgão, por meio da apresentação da cópia autenticada de declaração conjunta de imposto de renda; referência ao companheiro no testamento; comprovação de residência em comum há mais de três anos; comprovação de financiamento de imóvel em conjunto e comprovação de conta bancária conjunta há mais de três anos.

Em janeiro deste ano, o Tribunal de São Paulo obrigou o plano de saúde Omnit a seguir a regra. Na decisão, a juíza Ritinha Stevenson, da 20ª Vara Federal de São Paulo, ressaltou que as disposições legais e constitucionais que protegem a união estável entre homem e mulher aplicam-se, por analogia, à união estável homossexual.


Fonte: R7

Em 50 anos da pílula, metade dos bebês não é planejada

Apesar da expansão do método, muitas gavidezes não são desejadas

Realidade há exatos 50 anos, quando foi lançada no mercado dos EUA, e no Brasil há 48 anos, a pílula anticoncepcional ainda não materializou o maior sonho de sua idealizadora: permitir que todas as mulheres fossem mães só quando realmente desejassem.
Quase a metade das gestações nos EUA e dos nascimentos no Brasil ocorre quando as mulheres não querem, apesar da expansão do método que mais permite independência na contracepção e de sua contribuição para a redução das taxas de fecundidade.

A chegada da pílula permitiu que muitas mulheres fossem mães melhores, avançassem nos estudos e no trabalho e separassem definitivamente sexualidade e reprodução. No caso do Brasil, houve avanço importante nos últimos anos no uso de contraceptivos, mas 46% dos nascimentos no país não são desejados ou são planejados para mais tarde, segundo dados ainda não explorados da última PNDS (Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher), feita em 2006.

No levantamento anterior, feito em 1996, o porcentual era de 48%. O avanço muito pequeno, segundo os próprios pesquisadores, mostra problemas no acesso aos métodos contraceptivos, mau uso ou falhas na tecnologia de disponível, segundo Ignez Perpétuo, professora de Demografia da Universidade Federal de Minas Gerais e responsável pelo módulo sobre métodos contraceptivos da PNDS.

- Houve um enorme avanço na oferta de anticoncepcionais no Sistema Único de Saúde, há pílulas a preços populares, mas o uso ainda é mal orientado. A mulher não é instruída sobre eventuais efeitos colaterais, não recebe suporte para a contracepção, precisamos de tempo para caminhar.

A PNDS indicou que 81% das mulheres de 15 a 49 anos que viviam alguma forma de união usavam anticoncepcionais. A esterilização feminina (laqueadura) ainda é a opção mais frequente (29%), mas somados o uso da pílula (25%), com o dos anticoncepcionais injetáveis e do Dispositivo Intrauterino, os métodos reversíveis já a ultrapassam.


Fonte: R7