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terça-feira, 13 de julho de 2010

ONU diz que jovens lideram luta contra Aids e registram menos infecções

Relatório registra mudança positiva de comportamento nos países mais afetados


Um levantamento do Unaids (Programa da Organização das Nações Unidas de combate à Aids) diz que os jovens entre 14 e 25 anos estão liderando o atual processo de luta contra a Aids – a prevalência do HIV nessa faixa etária diminuiu mais de 25% em 15 dos 25 países mais afetados pela doença.

Na Costa do Marfim, Etiópia, Quênia, Malawi, Namíbia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue os índices diminuíram e também foram detectadas mudanças positivas no comportamento sexual dos jovens, diz o relatório.

Também no Burundi, Lesoto, Ruanda, Suazilândia, Bahamas e Haiti os jovens começam a tomar mais precauções para frear o número de contágios e esperam mais tempo até se tornarem sexualmente ativos. Apesar destas mudanças positivas, ainda há pelo menos 5 milhões de jovens no mundo com HIV. E 900 mil pessoas dessa faixa etária são infectadas por ano.

O texto diz que está acontecendo uma mudança entre os jovens no mundo, especialmente África subsahariana, que tem 80% dos jovens vivendo com Aids no mundo, o que equivale a 4 milhões de pessoas.

– Os jovens esperam mais para começar a vida sexual, têm menos parceiros e usam mais camisinhas. A prevalência do HIV entre pessoas jovens está caindo em muitos países importantes.

Em 13 países, os jovens desejam esperar mais para começar a vida sexual. No mesmo número de locais as pessoas também diziam ter se relacionado com menos parceiros sexuais nos últimos 12 meses do que em períodos anteriores.

A Unaids diz que programas para prevenir o HIV entre jovens devem incluir uma combinações de medidas que sejam aceitáveis para esse público. A organização cita serviços que aumentem o conhecimento deles sobre a doença, educação sexual e discussões sobre práticas sexuais saudáveis.


Fonte: R7

Número de vasectomias cresce quase 80% em seis anos no Brasil

Governo diz que homens estão participando mais do planejamento familiar


O número de vasectomias feitas pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no Brasil cresceu de 19,1 mil em 2003 para 34,1 mil em 2009, um aumento de 78,7% em seis anos – o dado se refere a cirurgias feitas em hospitais públicos ou em instituições privadas que também têm leitos pagos com dinheiro do governo. Já o número de laqueaduras feitas em mulheres caiu no ano passado.

De acordo com o Ministério da Saúde, “os números refletem o aumento da participação do homem no planejamento familiar”.

– A tendência é a de que, cada vez mais, os homens se submetam a esse procedimento para evitar uma gravidez indesejada da parceira.

No Brasil, podem se submeter à vasectomia homens que forem maiores de 25 anos e que tenham ao menos dois filhos vivos. Nesse tipo de procedimento, os canais deferentes (tubos que partem dos testículos e se unem ao ducto ejaculatório, canal por onde passa o esperma) são cortados e amarrados, cauterizados, ou fechados com grampos. Isso impede que o espermatozoide produzido no testículo chegue ao sêmen.

De acordo com o ministério, a cirurgia pode ser feita em ambulatório, com o uso de anestesia local – não é necessário ficar internado. No ano passado, com a Política Nacional de Saúde do Homem, o governo tomou medidas para aumentar o número de cirurgias feitas em ambulatório, sem internação, que hoje equivalem a cerca de 30% dos procedimentos.

Para tanto, no ano passado o Ministério da Saúde aumentou o valor pago pela cirurgia feita em ambulatório em 148% (de R$ 123,18 para R$ 306,47) e em apenas 20% a quantia repassada pela operação feita quando o paciente está internado (de R$ 255,39 para R$ 306,47).


Fonte: R7

HC de São Paulo oferece oficinas a pessoas acima de 60 anos

Cursos são gratuitos e contam com 60 vagas.
Interessados devem se inscrever entre 12 e 16 de julho.



O Hospital das Clínicas de São Paulo promove oficinas para pessoas com 60 anos ou mais a partir desta segunda-feira. Cursos gratuitos de inclusão digital, alimentação, atividade física, dinâmicas de grupo e atividades artísticas estão entre as opções disponíveis.
Segundo Wilson Jacob, titular de Geriatria da Faculdade de Medicina da USP, o objetivo é o de divulgar conhecimento sobre envelhecimento saudável. As oficinas são semestrais e a edição de julho contará com 60 vagas.
Inscrições vão de 12 a 16 de julho, das 8 às 15 horas, no Espaço Propes, no setor de Serviço de Geriatria do HC. É necessário apresentar documento com foto e estar com acompanhamento médico em dia.


Fonte: G1