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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Dica para um sorriso mais branco


Características Gerais
Descrição do Produto
Fita Branqueadora Oral B 3D Whitestrips 14x1

3D Whitestrips
Tem tecnologia de ponta que ajudará a tornar o clareamento dental mais prático e acessível”, afirma Danielle Panissa, diretora de Marketing de Oral-B

Os dentes são formados por três camadas
Esmalte, dentina e polpa. O esmalte dental pode sofrer com dois tipos de manchas, intrínseca e extrínseca. A primeira – que se localiza abaixo do esmalte e cujas principais causas são o envelhecimento, o uso de alguns medicamentos e resíduos de comida e bebidas – só é removida com tratamentos específicos. A extrínseca situa-se na superfície dentária, está associada aos pigmentos de comida, tabaco, bebidas (como café, chá e vinho tinto) e pode ser removida por cremes dentais específicos

3D Whitestrips
Contém peróxido, a mesma substância utilizada por dentistas para tratamentos de branqueamento, que age sobre as manchas intrínsecas. O produto vem com fitas finas e flexíveis cobertas por um gel desenvolvido exclusivamente para se adaptar ao contorno dos dentes

Peróxido
Vem num filme de polietileno, em contato com os dentes, promove o clareamento1 sem causar dano ao esmalte. O produto deve ser usado duas vezes ao dia durante 30 minutos
Observações
As fitas não branqueiam os diversos tipos de coroas, facetas, obturações ou dentaduras. O produto é indicado para dentes naturais

 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Conheça a escova de dente biodegradável Dr. Veit

A escova Dr. Veit é feita com matéria prima renovável e possui cabo 100% biodegradável.
Seu design anatômico foi pensado por dentistas, sua cabeça alcança até os dentes mais distantes e suas cerdas DuPont Tynex, apesar de não serem biodegradáveis, são extra macias, arredondadas e polidas.

Todas as escovas levam em seu cabo uma gota estilizada, simbolizando a luta pela conscientização e preservação da água do planeta.

Todas essas preocupações com a rápida decomposição do cabo tem uma razão . Se todos seguirem a recomendação em trocar de escovas de 3 em 3 meses, o número de escovas descartadas anualmente é impressionante. No Brasil, todo ano teríamos 768 milhões de escovas no lixo. No planeta todo, 26 bilhões por ano.

Uma escova feita de material normal levar cerca de 400 anos para se decompor, aumentando mais ainda a quantidade de lixo no meio ambiente. Por isso, uma rápida decomposição e uso de matérias primas renováveis fazem toda a diferença.

A escova e a embalagem são realmente biodegradáveis?

O cabo da Dr. Veit Bio é 100% descartável e entra em decomposição depois de um período de aproximadamente 180 dias. Passado esse tempo o cabo se decompõe completamente entre 6 meses a, no máximo, 4 anos. Sua embalagem também é feita em papel que é biodegradável e em uma única cor.

De que material é feita a escova?

A escova é feita de ácido polilático, um material de alta resistência e degradam rapidamente. As cerdas, porém, são feitas de material sintético e não degradam são biodegradáveis.

Como devo descartar minha Dr. Veit Bio?

Procure áreas de coleta seletiva e descarte sua escova juntamente com os plásticos. Se preferir ou não tiver nenhuma espécie de coleta seletiva por perto, envie sua Dr. Veit Bio para o centro de descarte Dr. Veit.

O que acontece se eu descartá-la em um aterro?

Aterros sanitários são feitos para evitar a degradação. Portanto a escova e sua embalagem não irão se decompor se descartadas em um aterro.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Misturar leite no chá destrói seus antioxidantes?

Depois da água, o chá é a bebida mais consumida no mundo. Repleto de antioxidantes, vitaminas e outros compostos, o chá tem sido associado em uma variedade de estudos a uma função imune mais potente e a danos celulares reduzidos. Algumas pesquisas sugerem que o chá pode prevenir cáries, melhorar os níveis de açúcar no sangue e, talvez, proporcionar benefícios cardiovasculares.

Em muitas partes do mundo, o hábito é servir chá com leite. Mas ultimamente os pesquisadores ficaram surpresos ao descobrir que a adição de leite pode anular alguns dos efeitos benéficos do chá.

Em um estudo publicado no periódico European Heart Journal, os pesquisadores analisaram 16 adultos saudáveis que beberam copos recém-preparados de chá preto, chá preto misturado com uma pequena quantidade de leite desnatado, ou água fervida. Em seguida, os cientistas avaliaram os efeitos sobre a função vascular.

Comparado com a água, o chá preto "melhorou significativamente" a função arterial, segundo os pesquisadores, "enquanto a adição de leite anulou completamente os efeitos do chá."

Fonte

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Saiba mais sobre a Colonoscopia

O que é

 

A colonoscopia é um exame endoscópico, que permite a visualização do interior de todo o intestino grosso e da parte final do intestino delgado (íleo).

Para que serve

 

A colonoscopia detecta e ajuda no acompanhamento de diversas doenças do intestino como câncer de cólon, doença inflamatória intestinal, sangramento digestivo baixo (o intestino grosso) e diverticulite, entre outras.
Em muitos casos, serve também um método terapêutico, possibilitando ao médico retirar pólipos que crescem nas paredes do intestino e controlar sangramentos na mucosa intestinal.

Como é feito

 

Com o paciente sedado (já dormindo) o médico introduz o aparelho – um tubo flexível com cerca de um pouco mais de um metro de comprimento e um centímetro de diâmetro – no orifício anal. Na extremidade final dele, uma mini câmera transmite as imagens do interior do intestino para um monitor colorido. As imagens são fotografadas ou gravadas em DVD. Caso encontre algum pólipo ou sangramento na mucosa do intestino, o médico pode usar o aparelho para retirar o pólipo ou para conter o sangramento.

Preparo

 

Durante o procedimento o intestino grosso precisa estar completamente limpo, ou seja, sem a presença de fezes ou restos de alimentos. Na véspera do exame, o paciente deverá alimentar-se apenas com dieta líquida e fazer uso de laxantes.
Esse preparo inicial será complementado no local do exame, com quatro a cinco copos de um medicamento chamado Manitol diluído em suco de laranja. De duas a três horas após a ingestão do Manitol, ele vai sendo eliminado pelo intestino, deixando limpo e em condições de iniciar o exame.
Os medicamentos usados no exame diminuem os reflexos de atenção por algumas horas. Desta maneira, é recomendável sair acompanhado do local do exame e não se deve dirigir veículos ou operar máquinas.

Valores de referência

 

No final do exame o médico relata no laudo o que visualizou ao longo do exame e que procedimento diagnóstico (biópsia) ou terapêutico (retirada de um pólipo, coagulação de um sangramento) foi feito. Se foi retirada alguma amostra (tecido ou pólipo) para análise, o paciente deverá aguardar o resultado desta análise, que é feita por um patologista.

fonte

Normalmente Manitol é o produto indicado que o paciente deve tomar antes de fazer este exame. Consulte o seu médico e caso ele te indique,

você encontra aqui



 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Brasil vai testar método para impedir mosquito de transmitir a dengue

Técnica criada na Austrália injeta bactéria no 'Aedes aegypti'.
Inseto então deixa de passar a doença às pessoas, informa Fiocruz.



A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou nesta segunda-feira (24) que vai testar no Rio de Janeiro um novo método de controle da dengue, inédito no país.
O projeto "Eliminar a Dengue: Desafio Brasil" vai usar bactérias do gênero Wolbachia, que impedem que o mosquito Aedes aegypti transmita o vírus da doença.

A técnica foi desenvolvida na Austrália. Por meio de microinjeções, os ovos dos mosquitos transmissores da dengue são contaminados com a bactéria. Ela compete por nutrientes com o vírus, e leva a melhor, impedindo que a dengue se desenvolva no mosquito e, consequentemente, que ela seja transmitida ao ser humano.
A bactéria é típica dos invertebrados e encontrada em 70% dos insetos do mundo, como borboletas e pernilongos. O Aedes aegypti não está nesse grupo.

As fêmeas infectadas com a Wolbachia sempre geram filhotes com a bactéria na reprodução. No cruzamento, não importa se o macho possui ou não o micro-organismo. Caso um macho contaminado cruze com uma fêmea sem Wolbachia, os óvulos fertilizados morrem.

A ideia é, em um prazo ainda indefinido, soltar fêmeas com a bactéria para que elas se reproduzam com machos que tenham o vírus da dengue e, progressivamente, ir contaminando ao máximo a população do inseto. Dessa maneira, haveria cada vez menos mosquitos capazes de transmitir a doença.

Segundo o responsável pelo projeto, o pesquisador da Fiocruz Luciano Moreira, o método é seguro para os seres humanos.

"A técnica é bastante segura porque essa bactéria nunca foi encontrada em vertebrados. Pernilongos têm Wolbachia e nós já somos picados por eles. A bactéria é intracelular, vive dentro da célula, e é muito grande para sair junto com a saliva do mosquito. Quando o mosquito morre, ela morre também", afirmou o pesquisador.

Como informou a Fiocruz, em testes de laboratório foi possível infectar populações inteiras de mosquitos em dois meses. Na Austrália, já foram soltos insetos com bactérias Wolbachia na natureza, após consulta à população.

De acordo com a Fiocruz, no Brasil também só se chegará ao passo de soltar o Aedes aegypti com Wolbachia depois de fazer uma consulta popular. Se tudo ocorrer como o previsto e a iniciativa for aprovada, informa a fundação, isso poderia acontecer em 2014, para que em 2015 se avaliem os resultados da estratégia.

O programa já exportou a técnica para outros países que sofrem com a dengue, como Vietnã, Indonésia e China.

Surpresa dos pesquisadores

Inicialmente, a ideia de infectar os mosquitos com a bactéria era reduzir o tempo de vida do mosquito da dengue, que é, em média, de 30 dias. A cepa de Wolbachia encontrada na "mosca-da-fruta" (Drosophila melanogaster) reduziria a sobrevida do Aedes aegypti.

Assim, o inseto teria menos tempo para passar a doença ao homem. No entanto, os estudos apontaram que a bactéria também impediria o mosquito de transmitir a doença, o que permitiu o desenvolvimento desse método australiano.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/09/brasil-vai-testar-metodo-para-impedir-mosquito-de-transmitir-dengue.html

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Qual a diferença entre Aspirina, Novalgina e Tylenol?

Apesar de eles serem os campeões de vendas (3 em cada 10 itens comprados nas farmácias) e furtos (9 entre os 20 remédios mais roubados), pouca gente sabe diferenciar os efeitos dos principais analgésicos.

Não, não é tudo a mesma coisa. Apesar de servirem ao propósito geral de diminuir dores, eles podem ter efeitos colaterais perigosos dependendo do paciente, como você vê nas fichas abaixo.

É importante aprender essas diferenças agora que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mandou-os para trás do balcão da farmácia. A ideia é fazer com que os clientes sejam orientados pelo farmacêutico, evitando a automedicação.

Conhecendo-os ou não, o negócio é usá-los só quando necessário, para que a medicação não se transforme em uma dor de cabeça.


O melhor remédio
Conheça as características e riscos dos principais tipos de analgésico

ÁCIDO ACETIL-SALICÍLICO

Marcas conhecidas:
Aspirina, AAS.
Indicação:
Eficiente contra febre e dores da cabeça ao dedão do pé, também previne problemas cardiovasculares.
Contraindicação:
Por inibir a formação de coágulos, piora dengues. Também é contraindicado para quem tem gastrites ou sofre de asma e rinite (ele favorece reações alérgicas).


DIPIRONA SÓDICA

Marcas conhecidas: Anador, Dorflex, Lisador, Neosaldina e Novalgina.
Indicação:
Em gotas ou comprimido, é ideal para febres, médio para dores e fraco para inflamações.
Contraindicação:
Muitas pessoas são alérgicas, e a sensação de fraqueza é comum. Em excesso, prejudica o poder de cicatrização do organismo. A substância deve ser evitada pelos diabéticos, pois contém açúcar.


PARACETAMOL

Marcas conhecidas:
Sonridor, Tylenol.
Indicação: Efeito analgésico semelhante ao da aspirina. Mas é o único que não tem ação anti-inflamatória.
Contraindicação:
Não pode ser usado em caso de dengue, pois a doença faz com que o fígado pare de fabricar uma enzima que metaboliza o paracetamol e a substância fica acumulada no organismo, o que pode levar o paciente à morte. Em excesso, ele pode causar danos no fígado, então deve ser evitado por quem já agride o órgão regularmente, como doentes de hepatite e quem bebe em excesso. Ou seja, tomar um Tylenol para aliviar ressaca é uma péssima ideia.

Fontes Prof. Luis Antônio Baffile Leoni, farmacêutico pela Universidade Estadual de Londrina e diretor da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade São Judas Tadeu, e Patricia Pâmela Fonseca, da pós-graduação em medicina farmacêutica pela Unifesp.

Fonte: http://super.abril.com.br/saude/qual-diferenca-aspirina-novalgina-tylenol-625188.shtml

sábado, 15 de setembro de 2012

Uma excelente opção para quem tem alergia ao Latex: Preservativo Feminino

 Você sabia que o preservativo feminino  é uma excelente opção para mulheres e homens que têm alergia ao látex?

Assim como a opção masculina, também evita uma gravidez não desejada. Por ficar dentro do canal vaginal, a camisinha feminina não pode ser usada ao mesmo tempo em que a masculina. É feita de borracha nitrílica ou de poliuretano, um material mais fino que o látex da camisinha que envolve o pênis. É, também, mais lubrificada.

A camisinha feminina é como se fosse uma “bolsa” de 15-17 centímetros de comprimento e oito de diâmetro e possui dois anéis flexíveis.

Um é móvel e fica na extremidade fechada, servindo de guia para a colocação da camisinha no fundo da vagina. O segundo, na outra ponta, é aberto e cobre a vulva (parte externa da vagina).

Cuidados com o preservativo
  • Para não estourar, a camisinha merece cuidados especiais:
  • armazenar afastado do calor, observando-se a integridade da embalagem e prazo de validade;
  • não usar com o preservativo masculino;
  • levantar-se, para evitar que o esperma escorra do interior do preservativo;
  • já vem lubrificado; no entanto, se for preciso, devem ser usados lubrificantes de base oleosa fina na parte interna; Atenção este lubrificante não pode ser utilizado para preservativos de látex.
  • para colocá-lo corretamente, a mulher deve encontrar uma posição confortável (em pé com um dos pés em cima de uma cadeira, sentada com os joelhos afastados, agachada ou deitada).
Uso correto
  • O anel móvel deve ser apertado e introduzido na vagina. Com o dedo indicador ele deve ser empurrado o mais profundamente possível para alcançar o colo do útero; a argola fixa (externa) deve ficar aproximadamente 3 cm para fora da vagina; durante a penetração o pênis deve ser guiado para o centro do anel externo.
  • Com o vaivém do pênis, é normal que a camisinha se movimente. Se o anel externo estiver sendo puxado para dentro, é necessário segurá-lo ou colocar mais lubrificante.
  • Uma vez terminada a relação sexual, a camisinha deve ser retirada apertando o anel externo. É preciso torcer a extremidade externa da bolsa para garantir a manutenção do esperma no interior da camisinha. Depois, basta puxar o preservativo para fora delicadamente. E a cada nova relação deve-se usar um novo preservativo.

Conheça o preservativo feminino DELLA:

O preservativo feminino DELLA é fabricado em borracha nitrílica, material antialérgico, inodoro e atóxico. É uma excelente opção para mulheres e homens que têm alergia ao látex, além de não causar efeitos colaterais.

É composto de uma bolsa de 17 cm de comprimento, com um anel flexível em cada extremidade. Já vem lubrificado com óleo de silicone.

O preservativo feminino DELLA é uma excelente opção para mulheres e homens que desejam prevenir a gravidez e se proteger de doenças sexualmente transmissíveis, como a aids. Pode ser colocado antes ou na hora da relação sexual.
Foi desenvolvido para se acomodar dentro da vagina e permite que o pênis se movimente livremente dentro do preservativo durante a relação sexual.

A sua colocação não depende da ereção do pênis e não é necessária sua retirada imediatamente após a ejaculação. É testado eletronicamente a fim de assegurar a sua qualidade. Possui registro sanitário junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

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terça-feira, 17 de julho de 2012

Copacabana 120 anos de história: Da mulher da cobra ao Zé das Medalhas

Uma homenagem ao inesquecível Zé das Medalhas.




Confira o caderno do Jornal O Globo, especial 120 anos de Copacabana, do dia 6 de julho de 2012:

            "Outros personagens, muitos folclóricos, ajudaram a construir a memória coletiva de Copa, como uma mulher que circulava com uma cobra enrolada no pescoço, na década de 70. Na Av. Prado Júnior, outra figura curiosa deixou sua marca na história do bairro: o famoso Zé das Medalhas.



             Desde 1971, ele trabalha na Farmácia do Leme, estabelecimento que existe há mais de 80 anos. Batizado Altair Domiciano Gomes, Zé das Medalhas chegou a ter 15 quilos extras, garantido pelos enfeites, e é atração no bairro.

            Não menos alegórico, outro grande personagem, o carnavalesco e museólogo Clóvis Bornay, também marcou época. Morador da Prado Júnior, ele era sinônimo de extravagância, devido à sua carreira como idealizador de fantasias de luxo, e chegou a atuar como carnavalesco.

            Bornay dedicou 60 anos de sua vida aos concursos de fantasias de carnaval, até ganhar o status de hors-concours e ser proibido de competir. Morreu em 2005, mas ficou eternizado na história de Copacabana.

            Também compõem o imaginário coletivo do bairro figuras como o escritor, cantor e compositor Fausto Fawcett. Depois de compor “Katia Flávia – A godiva do Irajá”, sua música de maior sucesso, ele se tornou um mito entre os vizinhos.

            Engrossam a lista de moradores ilustres  nomes como Ângela Maria, Nelson Sargento, Roberto Menescal, Sandra de Sá e Chico Caruso."

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Aranha Marrom - Características e cuidados

Características:


  • Dentre todas é a que provoca o pior envenenamento;
  • É de pequeno porte (não passa de 2,5 cm de envergadura);
  • Tem temperamento extremamente tímido;
  • Tem coloração castanha e poucos pelos recobrindo o corpo;
  • Possui seis olhos perolados, agrupados de dois em dois na região da cabeça;
  • É extremamente comum dentro de residências;
  • É de hábitos noturnos, escondendo-se durante o dia, atrás de quadros, móveis e no meio de roupas usadas, principalmente nos lugares mais suados e com odor mais forte, como axilas e virilha;
  • Não faz teia, mas forra seu abrigo com um tapete pegajoso de seda;
  • O acidente sempre ocorre da mesma maneira, quando a pessoa veste a roupa, com o animal dentro, comprimindo-o contra o corpo;
  • Seu veneno é extremamente potente, sendo anestésico, hemolítico (destrói as células sangüíneas) e proteolítico (destrói os tecidos, causando necrose);
  • O fato do veneno ser anestésico faz com que a pessoa não sinta a picada, procurando o médico somente após alguns dias, quando os sintomas já estão bastante adiantados; 
  • É a única aranha que, causando acidente, vai requerer, obrigatoriamente um tratamento soroterápico, independente da condição de saúde da pessoa ou de sua idade; 
  • O soro utilizado é preferencialmente o anti-loxocélico; ou, então, o anti-aracnídico na falta daquele;

Sintomas:
  • Inicialmente aparece um eritema com edema duro no local da picada (vermelhidão com uma placa dura de 1 a 2 cm de diâmetro;
  • A região da picada fica avermelhada, com aspecto marmóreo;
  • Acompanham estes primeiros sinais: febre e exantema;
  • Dias depois abre-se, no local da picada, uma fenda de difícil cicatrização e que pode evoluir para necrose da área;
  • Podem aparecer, ainda: anemia aguda (diminuição de glóbulos vermelhos), icterícia (corpo com pele amarelada) e hemoglobinúria (urina escura, podendo chegar à cor de café expresso concentrado, por destruição de células sangüíneas = hemólise; 
  • Pode, por este motivo, evoluir para insuficiência renal aguda, principal causa de morte provocada por este tipo de acidente;
  • Lembrete Especial: Neste tipo de acidente a soroterapia é sempre indicada. A soroterapia neutraliza o veneno ainda circulante no organismo; porém, o local lesado (ferida) pode evoluir (piorar), pois o soro não age no local da picada. Em muitos casos há necessidade de se recorrer à cirurgia plástica para reconstruir o local lesado.

Antíduto: 
  • 5 a 10 ampolas de SAAr/SALox (SAAr Soro Antiaracnídico
    /
    SALox Soro Antiloxocélico);Centro de Informações Toxicológicas – CIT/Curitiba:
  • Telefones: (41) 248-9969/346-2204 – F/DDG: 0800-410148
  • Fax: (41) 330-4479 
  • CCI Londrina – F: (43) 371-2244
  • CCI Maringá – F: (44) 225-8484 
  • O tratamento complementar consiste na limpeza local com anti-sépticos e hidratação do doente de maneira semelhante ao preconizado para o acidente crotálico.
  • A vacinação anti-tetânica está indicada. Os antibióticos devem ser utilizados quando houver infecção secundária de maneira semelhante ao preconizado no acidente botrópico.
  • O emprego do soro específico deve ser feito até 36 horas após o acidente.

  Conduta do paciente:

  • Evitar que o paciente se movimente muito;
  • Não fazer torniquete no membro acidentado;
  • Aplicar compressas frias (10 a 15 ºC) nas primeiras horas;
  • Aplicar respiração artificial, caso a pessoa não estiver espirando bem.
 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Câncer de intestino: saiba como manter uma flora intestinal saudável para reduzir o risco desta doença


Mundialmente os tumores do cólon e reto somam cerca de 945 mil novos casos ao ano. No Brasil, o câncer representa a segunda causa de morte, sendo o de cólon e reto a quinta causa de câncer. O câncer de intestino está afetando uma população cada vez mais jovem. Devido a sua alta freqüência, esforços contínuos vêm sendo feitos para a prevenção e diagnóstico precoce. Sua origem é influenciada por fatores hereditários e ambientais, como a má alimentação. Dieta pobre em fibras e rica em gorduras está associada com o risco da doença.


Dicas de uma alimentação saudável para ajudar a prevenir esta doença:


A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda algumas práticas nutricionais para redução do risco de câncer. Entre elas, possuir uma dieta que inclua pelo menos 400 g/dia de frutas, verduras e legumes, moderado consumo de carnes vermelhas e embutidos (salsichas, salames, bacon, presuntos), manutenção de peso dentro da faixa de normalidade (IMC entre 18,5 e 24,9 kg/m²) e manutenção de atividade física regular. É, portanto, essencial uma dieta alimentar equilibrada na prevenção desta enfermidade, o que inclui a ingestão de fibras. De acordo com o American Dietetic Association, o consumo ideal para um adulto é de 20 a 35 gramas de fibras por dia.
As fibras e a manutenção de flora intestinal saudável:
Com uma ingestão adequada de fibras, a flora intestinal mantém-se equilibrada e saudável, proporcionando o bom funcionamento do intestino.


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FONTE

 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Caneta Safe-Inject

Tecnologia exclusiva. A CANETA SAFE-INJECT é um sistema injetor de insulina que dispensa o uso de agulhas. Graças a sua exclusiva tecnologia desenvolvida e patenteada na Alemanha, um mecanismo de pressão por mola faz com que o medicamento atinja o tecido subcutâneo de maneira segura e eficaz, reduzindo a possibilidade do aparecimento de lesões e/ou infecões que comumente ocorrem com o uso de agulhas. Com a CANETA SAFE-INJECT, a insulina é aplicada através de uma ampola com micro-orifício de Ø 0,17mm, enquanto a maioria das agulhas de aplicacão no mercado possui Ø 0,39mm.




Preserva a pele e reduz lesões e infecções. Trabalhos científicos com o sistema SAFE-INJECT têm demonstrado que a infusão de insulina, através de um orifício de Ø 0,17mm, seleciona a rota de menor resistência. Assim, nenhum dano foi observado em vasos sanguêneos, fibras nervosas ou fibras musculares de seus usuários. Com a CANETA SAFE-INJECT você busca preservar a pele e reduz lesões e infecões que comumente ocorrem em decorrência do manuseio de agulhas.

*INJEX é uma marca registrada da INJEX PHARMA AG. SAFE-INJECT é uma marca registrada pela Hemocat Comércio e Importação Ltda. para comercialização da INJEX no Brasil com validação da ANVISA.


Safe-Inject, a maneira simples e segura de aplicar insulina.

1.O paciente preenche a ampola especialmente desenvolvida para a SAFE-INJECT com a sua insulina de uso habitual.

2.Os acessórios oferecidos permitem que o paciente transfira a insulina de qualquer apresentação comercial existente no mercado (frasco-ampola, caneta, cartucho) para a ampola que será utilizada na aplicação.

3.Com a ampola preparada e inserida na CANETA SAFE-INJECT, posiciona-se o sistema com firmeza em ângulo de 90º sobre a pele no local desejado para a aplicação.

4.O paciente aciona a CANETA SAFE-INJECT e a aplicação é feita em uma fração de segundo.




Fonte: Safe-Inject


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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Breeze®2

Breeze®2 é um sistema de auto-medição de glicemia que tem alta tecnologia. Além de não necessitar de codificação a cada caixa de tiras-teste adquirida (o que garante maior precisão dos resultados), oferece ao paciente a praticidade de realizar 10 testes sem que seja necessário manuseio de tiras a cada medição.



Isso acontece porque o sistema Breeze®2 contempla o uso de discos com DEZ TESTES cada. Esse disco é inserido pelo paciente no aparelho, que fica pronto para realizar 10 medições. Nesse disco, cada tira é isolada (selada) para manutenção de sua estabilidade.




É necessária apenas uma minúscula quantidade de sangue para a medição (1µL). Trata-se de um processo mais simplificado e rápido.

O sistema Breeze®2 informa os resultados em apenas 5 segundos. Além disso, é capaz de armazenar 420 testes em memória, o que possibilita acompanhamento de períodos prolongados de tratamento.




É mandatório no diabetes o exato controle do   tratamento. Além da capacidade de memorizar 420 resultados, o sistema Breeze®2 oferece um software que permite que se faça download de todos os valores glicêmicos encontrados, facilitando o controle e oferecendo um histórico completo do perfil glicêmico observado durante longos períodos, o que permitirá ao médico, se for o caso, fazer ajustes necessários no tratamento (insulina, medicamentos orais, alimentação e exercícios prescritos). O sistema guarda o dia e a hora nas quais foram feitas as medições. Através da Internet e por um cabo próprio, o paciente poderá transferir os dados para o computador.

Fonte: Bayer Diabetes


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quarta-feira, 2 de maio de 2012

14 maiores mentiras sobre saúde e alimentação

Em Minha Vida, Saúde, Alimentação e Bem Estar fez uma matéria sobre 14 mitos sobre saúde e alimentação. Desvende o mitos e responda em nossos comentários: em qual deles você acreditava?


1. Tomar água em jejum emagrece

Mentira. Beber água em jejum é um hábito saudável que deveria ser adotado por todas as pessoas, mas não ajuda a emagrecer. "Ela apenas hidrata e limpa todas as mucosas do aparelho digestivo para poder iniciar a primeira refeição do dia", aponta a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.



2. Assistir televisão de perto prejudica a visão

Mentira. Segundo o oftalmologista Rubens Belfort Neto, membro da Sociedade Brasileira de Oncologia em Oftalmologia, ficar próximo à televisão não prejudica a saúde ocular. "Isso provavelmente surgiu porque a maior parte dos adultos teve perda da visão ao longo da vida, mas isso é um processo natural de envelhecimento", explica. O hábito é comum entre crianças principalmente porque assim elas veem as imagens ampliadas.


3. O estômago encolhe quando comemos menos

Mentira. "Por se tratar de um órgão muscular, não há como o estômago reduzir seu tamanho apenas porque estamos ingerindo uma quantidade menor de alimentos", explica a nutricionista Maria Fernanda Cortez, da clínica Nutri & Consult, em São Paulo. O contrário, entretanto, pode ocorrer. Quando exageramos na dose, nosso estômago consegue se distender para poder armazenar toda a comida.



4. Comer muito doce causa diabetes

Mentira. A ingestão de doces não causa diabetes. A doença tem como principais fatores de risco histórico familiar, obesidade e sedentarismo. "Assim, quem tem uma capacidade normal de processar carboidratos no organismo não corre o risco de desenvolver o problema", explica a clínica geral Andrea Sette, do Hospital e Maternidade São Luiz. Entretanto, se a ingestão de doces levar à obesidade, então você aumenta a probabilidade de ter a doença.

5. Comer carboidratos após às 18 horas engorda

Mentira. O que engorda não é o carboidrato e nem o horário em que é o consumido. O problema está no consumo em excesso e na alimentação desiquilibrada, portanto o segredo é a moderação. "O único cuidado que deve ser tomado por quem consome carboidratos à noite é evitar comer o tipo refinado, que promove picos de índice glicêmico e oferecem um risco maior de serem armazenados na forma de gordura", afirma Roseli Rossi. Prefira as versões de carboidratos (pães, massas, arroz) integrais

6. Usar boné faz o cabelo cair

Mentira. De acordo com o dermatologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo, as pessoas confundem quebra do fio com queda do cabelo. "O uso do boné diariamente favorece a quebra dos fios justamente na região que costuma ficar marcada pela borda do acessório", explica. Assim, quem tem o cabelo mais comprido pode apresentar diminuição do volume, mas isso não significa que os fios estejam rareando em função da calvície, que é quando os fios deixam de nascer naquela região.

7. Alimentos integrais não engordam

Mentira. Todos os alimentos, inclusive os integrais, possuem calorias e, portanto, podem levar ao ganho de peso. Segundo a nutricionista Roseli, o fato de um alimento ser mais saudável não quer dizer que ele pode ser consumido sem moderação. "Exagerar na ingestão de alimentos integrais também pode aumentar a gordura corporal", complementa.





8. Cerveja preta aumenta a produção de leite materno

Mentira. A cerveja preta não estimula a produção de leite materno e ainda pode ser prejudicial para o bebê, alerta a ginecologista obstetra Bárbara Murayama, membro da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). "O álcool passa para a criança através do leite e nenhum estudo ainda conseguiu estipular uma dose segura de ingestão da bebida para gestantes", aponta.




9. Tomar leite e comer manga faz mal

Mentira. O mito de que consumir leite e manga faz mal provavelmente surgiu para impedir a ingestão desses alimentos pelos escravos na época do Brasil Império. Mas a nutricionista Maria Fernanda garante que não há qualquer relação de dano para o organismo em misturar a fruta com o laticínio.


10. Ler à noite ou com pouca luz piora a visão

Mentira. Ler em um ambiente com pouca luz não faz mal para os olhos. "Você pode ter dificuldade de enxergar, mas isso não quer dizer que está prejudicando a visão - mesmo que você aperte os olhos para enxergar melhor", explica o oftalmologista Rubens. Segundo o especialista, a tarefa pode ficar mais difícil com a idade, mas isso está relacionado ao envelhecimento natural do ser humano e não ao hábito de ler de noite ou com pouca luminosidade.


11. Quem tem colesterol alto não pode consumir ovo

Mentira. É fato que o ovo apresenta grande quantidade de colesterol em sua gema. "O que as pessoas não sabem é que apesar de aumentar o colesterol LDL (ruim), ele também aumenta os níveis de colesterol HDL (bom)", esclarece Maria Fernanda. Segundo ela, pessoas com colesterol alto podem consumir até quatro ovos por semana e, de preferência, cozidos. O ideal é evitar a versão frita, pois carrega uma gordura nociva ao organismo e que ajuda a elevar as taxas de colesterol.



12. Osteoporose só atinge mulheres

Mentira. "A osteoporose é quatro vezes mais comum em mulheres do que em homens, mas isso não significa que ela seja uma doença exclusivamente feminina", alerta Andrea Sette. Segundo a especialista, isso acontece devido à diminuição do hormônio estrogênio no corpo da mulher após a menopausa, que influencia diversos processos do organismo, inclusive a absorção de cálcio. No entanto, a doença também afeta a ala masculina.



13. Abacaxi queima gordura

Mentira. Por ajudar no processo de digestão, muita gente associou o abacaxi à queima de gordura, mas isso não passa de mito, de acordo com a nutricionista Roseli. "Ele é fonte de vitaminas e, por isso, é muito bem-vindo na dieta, mas não tem qualquer relação com a queima de gordura corporal", explica.



14. Andar descalço causa dor de garganta

Mentira. O contato dos pés com o chão, mesmo gelado, não afeta em nada as vias aéreas superiores, afirma a clínica geral Andrea. Os únicos perigos são ferimentos ou contato com alguma sujeira, o que pode favorecer um processo inflamatório.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Insuficiência Renal

O que é?

A insuficiência renal é a falência do rim, é a impossibilidade de realizar suas funções de maneira satisfatória. 
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A função do Rim 

O rim é o órgão responsável pela filtragem do sangue, retirando do sangue a uréia, o ácido úrico, o fósforo e o hidrogênio. Além disso, reabsorve albumina, sódio, potássio e cálcio. O rim também é responsável pela produção dos seguintes hormônios: Eritropoietina - estimula a produção de glóbulos vermelhos Sistema renina angiotensina aldosterona - Aumenta a pressão arterial Calcitriol - Vitamina D ativada, aumentando o cálcio dos ossos Diagnóstico O diagnóstico da insuficiência renal se dá através da estimação da Taxa de filtração glomerular. A mesma pode ser estimada através de amostra isolada de Creatinina sérica. Porém este não é considerado um bom método para o diagnóstico. Atualmente os mais aceitos e utilizados se baseiam em fórmulas de Clearance de creatinina, como a de Cockcroft-Gault ou a de Urina de 24 horas.
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Tratamento

O tratamento da insuficiência renal vai depender da fase em que o paciente se encontra. Caso seja uma insuficiência renal aguda do tipo pré renal recomenda-se fornecer volume na forma de solução salina, cuidando para evitar a sobrecarga e insuficiência cardíaca congestiva. Também é possível através de uma massagem melhorar. A insuficiência aguda pós renal,o tratamento consiste em desobstruir a saída da urina. Para o tipo renal, o melhor tratamento é a prevenção, tratando adequadamente a hipertensão arterial, o diabetes mellitus e evitando medicamentos nefrotóxicos. As infecções devem ser prontamente tratadas para evitar suas complicações, portanto se você acha que se encontra com um desses quadros clínicos, procure imediatamente um nefrologista, pois ele é o profissional indicado para prescrever-te um tratamento.
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Fonte: Wikipedia
Temos um dos tratamentos aqui.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Saiba mais sobre a Dengue





O que é?
 
A Dengue é uma doença infecciosa (é uma virose). Tem como etiologia (causa) qualquer uma das quatro variedades (sorotipos), do vírus da dengue. Os sorotipos (variedades) são identificadas pelas siglas DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Trata-se de um arbovírus (vírus da família do vírus da febre amarela) que só pode ser transmitido ao homem por um vetor (transmissor) um artrópodo hematófago (animal que tem os membros articulados e alimenta-se com sangue - o mosquito Aedes aegypti). Não há transmissão homem-homem, sem a ação do vetor.
Cada um dos virus pode causar enfermidade grave e mortal. Cada sorotipo proporciona imunidade (defesa organizada) específica para toda a vida. A imunidade cruzada (de um para o outro sorotipo) é de curta duração (meses), como são quatro variedades, uma pessoa pode ter dengue quatro vezes. Dentro de um mesmo sorotipo parece existir capacidade variável de disseminar uma epidemia com diferentes níveis de gravidade.


Como se manifesta? 

Existem quatro síndromes clínicas da dengue:
 
1. Febre indiferenciada;
2. Febre de dengue (Dengue Clássica);
3. Dengue hemorrágica, o DH;
4. Síndrome do choque da dengue.

A síndrome de choque é na realidade a forma mais grave de Dengue Hemorrágica (DH)
Características clínicas da febre indiferenciada.
Febre indiferenciada.
A febre indiferenciada é a manifestação mais comum e frequente da dengue. Uma pesquisa de DS Burke, et al. “A prospective study of dengue infections in Bangkok” publicada no Am J Trop Med Hyg 1988; 38:172-80 demonstrou que a maioria (87%) dos estudantes; de 4 a 16 anos de idade; infectados pelo virus da dengue permaneceu sem sintomas ou com tão poucos que faltaram às aulas somente um dia. A infeccão da dengue, em sua forma de febre indiferenciada, não difere das viroses habituais. 


Características clínicas da febre da dengue. 

A febre da dengue é uma enfermidade viral aguda que pode ser diferenciada por:
 
1. Febre, de início súbito;
2. Dor atrás do olho (retro-ocular) e forte dor de cabeça (cefaléia) às vezes muito intensa.
3. Dores nos músculos (mialgias) e nas juntas (artralgias) que podem ser relatadas como muito intensas.
4. Vômitos de difícil controle e/ou náuseas ;
5. Erupção cutânea (exantema) que pode surgir em diferentes momentos da doença, tem aspecto variável, desde predominância de petéquias (pontos de sangue) até somente eritematosa (avermelhada). Em pessoas de pele mais clara se notam mais as petéquias e o eritema, nas de pele mais escura chama atenção o aspecto maculopapular (manchas com alguma elevação) .
Manifestações hemorrágicas da dengue.
Até 33% dos infectados podem desenvolver manifestações hemorrágicas. Estas hemorragias como regra são de mínima gravidade. São mais características as seguintes:

1. Hemorragias cutáneas: petequia,púrpura,equimose,
2. Gengivorragia,(sangramento gengival).
3. Sangramento nasal (epistaxe)
4. Sangramento gastrointestinal: hematemesis (vômito com sangue); melena (evacuação de sangue digerido, fezes pretas) e hematoquezia ( sangue misturado com fezes)
5. Hematúria (sangue na urina)
6. Aumento do fluxo menstrual.

Estas hemorragias variam largamente desde leves até intensas e graves podendo desencadear choque por perda de sangue.
Os critérios
Critérios para definição clínica de Dengue Hemorrágica-DH- Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).
A- História recente de doença febril aguda ou atual.
B- Hemorragias na doença atual.
C- Contagem baixa de plaquetas (plaquetopenia) número inferior a 100.000/mm3
D- Evidência objetiva de aumento da permeabilidade capilar:

* hematócrito elevado (20% a mais do usual)
* baixa da albumina do sangue (albuminemia baixa)
* baixa da proteína do sangue ( proteinemia baixa)
* derrame pleural ou outras efusões (derrames)

A diferença básica entre a febre da Dengue Dengue Clássica e a Dengue Hemorrágica é o extravasamento de plasma na DH, podendo-se induzir que a correção efetiva da desidratação pode ser a diferença entre a vida e a morte. 

Conceituação da síndrome do choque da dengue

São exigidos: 

Presença dos critérios de dengue hemorrágica

Insuficiência circulatória manifestada pelos sintomas seguintes:

* Pulso fraco (amplitude diminuída)
* Aumento da freqüência cardíaca
* Diminuição da pressão do sangue em relação à idade referida, redução das diferenças da tensão entre pressão Máxima e Mínima igual ou menor a 20 mm Hg.
* Modificação do estado mental, pele úmida e fria

O choque franco evidencia por si a insuficiencia circulatória.
Sinais de choque iminente.
Embora a maioria dos pacientes com DH não desenvolva choque, a presença de certos sinais alertam para a provável instalação da insuficiência circulatória (choque).
Os sinais de alerta para instalação de choque iminente:

1. Dor abdominal persistente e muito forte;
2. Vômitos incoercíveis ;
3. Repentina mudança da temperatura do corpo, acompanhada de sudorese;
4. Alteração do comportamento, variando de sonolência à agitação.

Níveis da Dengue Hemorrágica. 

I - Nível
Sintomas constitucionais inespecíficos e febre A prova do torniquete positiva é a única manifestação hemorrágica

II - Nível
Manifestaciones do nível I + hemorragia espontânea 

III - Nível
Sinais de insuficiência circulatória (taquicardia, pulso fraco, redução da tensão diferencial, hipotensão para a idade determinada, pele fria e úmida) 

IV - Nível
Choque profundo (pulso e pressão arterial indetectáveis) 

Fatores de risco para desenvolver DH 

Cepa do virus: ocorre em infecção primária na dependêcia das cepas do vírus.
Infecções secundárias (repetidas) apresentam um maior risco de DH com as cepas, (em ordem decrescente): DEN 2; DEN 3; DEN 4 e DEN1.
Transmissão hiperendémica (dois ou mais serotipos circulando simultaneamente).
Estimulação dependente de anticorpos que facilitando o ingresso de vírus, em maior número, nos mononucleares (alguns dos glóbulos brancos) proporcionam infecções maciças.
Mononucleares infectados, liberam substâncias que produzem aumento da permeabilidad vascular, induzindo manifestações hemorrágicas e síndrome de choque.
Anticorpos anti-dengue preexistentes, tanto por infecção prévia como por anticorpos maternos transmitidos aos lactentes.
Genética do hospedeiro (os brancos e crianças) parecem ter um maior risco.
Diagnóstico
São fundamentais os dados de anamnese e exame físico. É importante analisar a história de viagem para lugares com dengue endêmico, bem como o tempo entre o aparecimento dos sintomas e o retorno da viagem, a incubação da dengue varia de 3 a 15 dias.

Avaliação clínica do paciente com febre da dengue 

Ademais do exame clínico completo necessita atenção especial:
* Prova de torniquete
* Determinação de Pressão arterial
* Procura por sangramentos
* Observação da hidratação
* Pesquisa de derrames
Diagnóstico diferencial da dengue
Entre outras infecções devemos lembrar:
* Influenza (gripe)
* Sarampo
* Rubéola
* Malária
* Febre tifóide
* Leptospirose
* Meningococcemia
* Sepsis bacteriana 

Provas de laboratório 

Provas do laboratório clínico

* Hemograma com contagem de plaquetas
* Dosagem de Albumina e Proteínas séricas
* Provas de função hepática e coagulação
* Urina procurando hematuria microscópica 

Provas específicas para dengue

* Isolamento do vírus (amostra de entre 5º-7º dias)
* Serología IgG e IgM anticorpos antidengue(12º dias)
Tratamento (Objetivos)
Não existe tratamento curativo entre os objetivos temos:
* Asseguar a hidratação, aliviar os sintomas como, dor, febre e vômitos, Tranquilizar o paciente, vigiar e prevenir as eventuais complicações e trata-las precocemente.
* Hidratação - Estimular o paciente a manter-se hidratado via oral, se indispesável usar a via endovenosa.
* Antipiréticos e analgésicos evitar o uso de aspirina e fármacos anti-inflamatórios não esteroides, protegendo assim a função plaquetária.
* Vigiar a insuficiência circulatória através de: pressão sanguínea, hematócrito, contagem de plaquetas e nível de consciência.
* Repouso, alimentação e tranqüilização. 

Onde pode ser feito o tratamento (Local)
 
Nem todos os pacientes com diagnóstico de dengue necessita tratamento hospitalar 

1.- Tratamento no domicílio.

* Sem manifestações hemorrágicas.
* Normotensos (pressão normal).
* Sem necessidade de hidratação endovenosa (pela veia)

2. - Tratamento com recursos intermediários

* Manifestações hemorrágicas discretas
* Pressão arterial moderadamente baixa
* Necessitando hidratação pela veia

3 .- Tratamento Hospitalar com de UTI

* Hidratação só controlável com hidratação venosa
* Sinais de alerta para choque iminente e síndrome de choque por dengue
Prevenção
Não existe vacina ou medicamento que proteja individualmente contra a dengue. A prevenção é não permitir a reprodução do Aedes (que em grego significa “indesejado”), não permitido o nascimento de novos mosquitos.
Educação
A medida de prevenção mais eficiente é o combate ao mosquito que transmite a doença. Medidas educativas de repercussão ambiental e conscientização da sociedade para diminuir os locais onde as larvas dos mosquitos se criam são decisivas na prevenção.
Recomendações da Saúde Pública
A única maneira de evitar a dengue é não deixar o mosquito nascer. É necessário acabar com os criadouros (lugares de nascimento e desenvolvimento dele). Não deixe a água, mesmo limpa, ficar parada em qualquer tipo de recipiente como:
* Garrafas
* Pneus
* Pratos de vasos de plantas e xaxim
* Bacias
* Copinhos descartáveis

Tapar:
* Caixas d'água
* Poços
* Cisternas
* Outros depósitos de água.

Outras recomendações:

* Lave bem os pratos de plantas e xaxins, passando um pano ou uma bucha para eliminar completamente os ovos dos mosquitos.
* Uma boa solução é trocar a água por areia molhada nos pratinhos.
* Limpe as calhas e as lajes das casas.
* Lave bebedouros de aves e animais com uma escova ou bucha; e troque a água pelo menos uma vez por semana.
* Guarde as garrafas vazias de cabeça para baixo.
* Jogue no lixo copos descartáveis, tampinhas de garrafas, latas e tudo o que acumula água. Mas atenção: o lixo deve ficar o tempo todo fechado.
* Furar as folhas das bromélias para não acumular água
* Manter os ralos fechados
Os repelentes que contém DEET(dietil-meta-toluamida) não são indicados para menores de 2 meses, crianças com mais idade devem DEET em concentrações inferiores a 30 %. Os produtos que contém DEET podem ter concentrações de até 100 %. (Ver o rótulo antes de usar)inferiores a 30 %. Os produtos que contém DEET podem ter concentrações de até 100 %. (Ver o rótulo antes de usar)
Outros repelentes eficazes podem conter: Permefrina (KBR3023) e não se recomenta para usar diretamente na pele (só em objetos - roupas, mosquiteiros, sapatos,etc), o óleo de eucalipto não é recomentado para menores e 3 anos. A duração do DEET é proporcional à sua concentração.
Os repelentes eletrônicos não são indicados para repelir o Aedes bem como o complexo B.


Fonte: ABC da Saude



 Temos a sua Prevenção e Tratamento.


terça-feira, 17 de abril de 2012

Epidemia de Diabetes

Aumenta a incidência entre adultos e adolescentes do mal que atinge 10 milhões de pessoas no Brasil e 150 milhões no mundo 

Saulo Cavalcanti

Embora a medicina avance na busca de soluções mais eficazes para o diagnóstico e tratamento do diabetes, o número de óbitos por complicações cresce assustadoramente. Esse paradoxo faz-nos refletir sobre esta doença histórica. Já foram encontrados registros sobre o diabetes em papiros de 1500 anos a.C. No século II d.C., o grego Arateus da Capadócia descreveu uma estranha enfermidade que denominou “diabetes”. Arateus notou que a doença provocava boca seca, perda de peso e urina abundante. Séculos depois, o diabetes ainda é um problema para a humanidade.
A doença atinge 150 milhões de pessoas no mundo e a projeção feita pela Organização Mundial da Saúde para o ano de 2025 é de 300 milhões. O diabetes é tratado como epidemia nos EUA e na Europa. No Brasil, 10 milhões de pessoas têm a doença, e a incidência aumenta em adultos e adolescentes, tendo como principal causa o crescente aumento de peso.
Segundo o Ministério da Saúde, 50% dos brasileiros sequer sabem que são diabéticos. A doença aumenta 3 a 5 vezes o risco de complicações cardiovasculares (infarto e isquemia cerebral) e é a 1ª causa de falência renal, cegueira, amputação e disfunção erétil, além de diminuir a expectativa de vida em 5 a 10 anos.
O diabetes mellitus pode ser entendido como duas doenças em uma, e como um campo fértil para a geração de outras tantas. O diabético tipo 1 não produz insulina e as injeções diárias são essenciais para sua sobrevivência. O diabético
do tipo 2 (DM2) – 90% dos pacientes – produz insulina,
mas o organismo não se mostra sensível ao hormônio. O corpo, então, passa a produzi-lo, cada vez mais, para compensar essa resistência, mas como a resistência vai aumentando, pode ocorrer falência do pâncreas. A ação
da insulina é progressivamente perdida, impedindo a passagem do açúcar do sangue para as células. O fígado tenta compensar e aumenta a produção de açúcar, o que leva ao acúmulo no sangue.

O tratamento do DM2 inclui reeducação alimentar e exercício físico. Quanto às medicações, existe a metformina (que age na resistência à insulina indiretamente, e basicamente no fígado) e as sulfonilréias (que estimulam a produção de mais insulina). Surgiram medicamentos que atuam sobre a resistência à insulina. O que torna a descoberta dos sensibilizadores à insulina, ou glitazonas, um avanço é que estas usam a insulina já disponível no organismo, atuando diretamente nas células do fígado, dos músculos e do tecido adiposo. A rosiglitazona, por exemplo, permite que a insulina facilite o acesso adequado da glicose às células, reduzindo e evitando a toxicidade deste excesso de “açúcares” na circulação sobre o coração, vasos sangüíneos e cérebro.
Ser diabético não significa conviver com danos irreversí-
veis. A moderação é válida para qualquer pessoa preocupada com a saúde e você pode se perguntar por que não se preocupou antes com sua qualidade de vida. Siga as recomendações do seu médico, adapte a alimentação, exercite-se, perca o eventual excesso de peso e use a medicação rigorosamente. Não é admissível que uma doença tão idosa contribua para a morte de dezenas de milhares de brasileiros anualmente, consumindo expectativa e qualidade de vida de outros tantos.


Saulo Cavalcanti é endocrinologista e vice-presidente da
Sociedade Brasileira de Diabetes



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